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. . . . . . . . . . . . . . . sinopse ++ notas do diretor ++ notas do roteirista ++ elenco ++ equipe entrevista com o diretor Walter Salles ++ entrevista com Alberto Granado ++ fotos ++ mídia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . |
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Foram muitos os desafios para escrever este roteiro. Como abordar um ícone como Ernesto Guevara? Como humanizar o mito? Como honrar a memória e prestar um serviço à história? Como dar a seu companheiro Alberto o mesmo peso? Como capturar a geografia interior de um menino se transformando em homem? Como capturar a América Latina no vacilante período anterior aos anos 1960, vacilante, ao que parece, entre dois séculos? Como capturar a enorme variedade de rostos, temperamentos, culturas, raças e vozes? Ernesto Guevara escreveu, certa vez, que um verdadeiro revolucionário era guiado por grande sentimento de amor. Por fim, o maior e mais raro presente de um escritor para qualquer filme é o seu amor pelos temas e pelas pessoas envolvidas no projeto. Eu tive sorte. Escrever o roteiro e balancear as muitas exigências deu muito trabalho - colocar meu amor nas histórias dos jovens Ernesto Guevara e Alberto Granado foi muito fácil. Jose Rivera |